Ao “pé da letra”!

De acordo com o dicionário brasileiro, a palavra jardinagem se constitui na arte de cultivar e cuidar de um jardim, plantas, flores, árvores, hortaliças etc. Somamos também, à ocupação de um jardineiro. A jardinagem pode ser praticada em qualquer ambiente, não se limitando a nenhum ambiente, podendo ser aplicado por espaço e/ou estética.

A História!

Como muitas outras artes difundidas em nosso meio, os primeiros jardins, bem como a história da jardinagem também remontam ao Antigo Egito e aos famosos jardins suspensos da Babilônia. A ênfase desse cultivo estava literalmente e diretamente ligadas à sucesso e prosperidade.

A jardinagem alargou-se à Grécia pós-alexandrina, onde por volta do ano 350 d. C. existiam jardins na Academia de Atenas, onde o conceito de jardim grego fosse mais religioso que de lazer, com largas alamedas plantadas de árvores onde se intercalavam estátuas. Sonda-se que, Teofrasto, que escreveu sobre botânica, recebeu como herança o jardim de Aristóteles. Os jardins antigos mais destacados do mundo ocidental foram os de Ptolomeu, em Alexandria.

 A Evolução!

Com a evolução dos tempos, a ideia de jardins como forma de status social foi se esvaindo, começando então, a surgir os exemplares públicos.

Por volta do século XVIII, o conceito de jardinagem, começou a ser explanado assim como vemos até os dias de hoje, pelas mãos de teóricos nesta arte como Dézallier d’Argenville e Olivier de Serres.

Vemos hoje, que não são necessários grandes investimentos financeiros e temporais, para iniciarmos nessa arte que a milênios se mantém viva. Há espaço e obra prima tanto para aqueles que dispõem de um simples cantinho seja em seu lar, seu trabalho, etc, como para pessoas que possuem grandes espaços, tempo e poder aquisitivo para cultivar aquele jardim e o chamar de seu.